INDIVIDUALIZAÇÃO DE CONTAS DE ÁGUA E GÁS – PERGUNTAS E RESPOSTAS

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Boa noite, Srs.!

Servimo-nos do presente para darmos início aos esclarecimentos acerca das reais vantagens e NECESSIDADE que nosso condomínio tem quanto à individualização de ÁGUA e aferição de consumo de GÁS também.

Comprometi-me, quando da última AGE, realizada em 14.09.2011, a encontrar mecanismos e até mesmo um FAQ para PERGUNTAS e RESPOSTAS. Entrementes, de imediato, encontrei um meio que já existe, que é o www.condominiodofuturo.com, na MATÉRIA “INDIVIDUALIZAÇÃO DE CONTAS”, a fim de que dúvidas comecem a ser sanadas, sem prejuízo do FAQ que será disponibilizado no www.mundoapto.com.

A www.dimaggio.com.br foi a primeira empresa que se predispôs a responder tais perguntas e o site (blog) www.condominiodofuturo.com está à disposição para CADASTRO (essencial para acompanhamento e obtenção das respostas) e apresentação das dúvidas.

Sendo esse meio o imediato que encontramos para darmos início às perguntas e respostas, convidamos os Srs. Condôminos a acessarem www.condominiodofuturo.com, CADASTRAREM-SE lá para apresentarem suas perguntas e obterem suas respostas.

Lembramos que hoje, para evitarmos as tão indesejadas injustiças sociais e desequilíbrios orçamentários, são destacados os seguintes pontos favoráveis à INDIVIDUALIZAÇÃO:

1) A economia de água por apartamento é o principal benefício da implantação dos hidrômetros individuais. De acordo com algumas empresas do setor, ela chega a até 40% do valor pago.

2) Com o sistema implantado no condomínio, a detecção de vazamentos fica muito mais fácil, já que a empresa responsável pelo serviço monitora o consumo de água todo o tempo.

3) Fica quase impossível fraudar o sistema de abastecimento com os famosos “gatos” com a monitoração por unidade. Qualquer redução brusca de consumo é detectada e analisada.

4) Especialistas afirmam que, em muitos casos, o investimento é pago em dois ou três meses por causa da economia na conta de água.

5) O meio ambiente também ganha, já que os moradores passam a gastar com mais consciência e pensam muito mais, antes de deixar torneiras abertas, por exemplo.

6) A individualização é uma maneira de combater a inadimplência, já que as contas do condomínio vêm todas no mesmo boleto (podem vir em apartado também).

7) As reuniões de condomínio terão um tema polêmico a menos e, portanto menos brigas, já que cada um pagará exatamente o que consumiu.

Pois bem, estimados Srs., acessem e indiquem www.condominiodofuturo.com, CADASTREM-SE e apresentem suas dúvidas para que a www.dimaggio.com.br possa nos responder o quanto antes.

MAIS ALGUMAS CONSIDERAÇÕES, isso diante de dúvidas apresentadas recentemente.

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INDIVIDUALIZAÇÃO DE ÁGUA

O assunto nunca esteve tão em pauta entre síndicos, administradores e condôminos. Na busca pela economia na conta de água, a medição do consumo por unidade tem sido a saída adotada por muitos condomínios.

O consumo de água é um dos maiores vilões do condomínio. Na verdade, a conta de água representa a segunda maior despesa dos condomínios, só perdendo para a folha de pagamento somada aos encargos e obrigações trabalhistas. Além de pesar no bolso, o gasto excessivo de água deve ser combatido por representar uma questão de sobrevivência da humanidade. Não faltam dados para mostrar que a água é um bem finito. Segundo um relatório coordenado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), se medidas urgentes não forem tomadas para implementar o uso racional dos recursos hídricos, até 7 bilhões de pessoas poderão conviver com a falta de água no ano 2050. Como resolver essa triste equação?

Para Aurélio Nomura, vereador da cidade de São Paulo, são essenciais o incentivo à economia e ao reuso da água, o aumento da captação da água de chuva e a ampliação da rede de tratamento de esgoto. Ele também acredita, porém, que a medição individualizada em condomínios é um dos caminhos para solucionar a crise no abastecimento de água. “Ela é perfeitamente viável inclusive nas construções antigas. Um levantamento da Agência Nacional de Águas estipula o retorno do investimento entre 10 a 24 meses”, afirma. Aurélio é o autor da Lei 14.018/2005, já aprovada mas não regulamentada, que institui em São Paulo o Programa Municipal de Conservação e Uso Racional da Água em Edificações. A lei prevê a instalação de hidrômetros individuais nas unidades das edificações novas e dá um prazo de 10 anos para as construções antigas se adequarem. São Paulo, assim, acompanha cidades como Recife, Vitória, Niterói e Curitiba, que já têm suas legislações sobre o assunto.

Nomura enumera alguns dos resultados obtidos em prédios que optaram pela individualização: redução da despesa de água e de energia elétrica (já que diminui o volume de água a ser bombeado no prédio), melhor possibilidade de identificação de vazamentos, redução da inadimplência e do volume de esgoto produzido pelo prédio. Em prédios novos, ainda segundo o vereador, um projeto hidráulico prevendo a medição individualizada pode economizar até 25% no custo da construção.

Em São Paulo, prédios recém-entregues na Mooca pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) dispõem de medição individualizada de água, energia e gás pela tecnologia PLC (Power Line Comunication). Além da medição dos consumos, essa tecnologia permite que sinais de telefonia digital, TV a cabo e internet caminhem pela rede elétrica. “Hoje a leitura da [agua é feita a distância, na Eletropaulo. Não há necessidade de entrar um leiturista no prédio”, afirma Raphael Pileggi, secretário executivo do Qualihab, comitê de qualidade da CDHU, completando que o sistema representou uma economia de 16% no custo da instalação elétrica dos edifícios.

O sistema PLC é uma das tecnologias mais inovadoras quando se trata de medição individualizada de água. As informações dos hidrômetros instalados nos apartamentos são transmitidas pela mesma fiação da rede elétrica a um equipamento instalado na área comum. “Os sistemas de mediçã0 remota, como o PLC, diminuem um grande problema da individualização, que é o da leitura. Não adianta instalar um hidrômetro que exija que a leitura seja feita dentro do apartamento. O grande diferencial é transmitir as informações do hidrômetro para um ponto central”, sustenta Ferdinando Guerra, consultor para tecnologia de medição individual e remota da Agência Nacional de Águas (ANA).

Outras possibilidades de leitura remota são: por telemetria (onde a leitura dos hidrômetros é transmitida via placa de celular para um banco de dados e daí seguindo via internet) e por radiofreqüência (o hidrômetro emite um sinal de radiofreqüência, captado pela antena de um transmissor de rádio; nesse caso, a leitura pode ser feita até mesmo de dentro de um carro, na rua em frente ao edifício). Mais convencional é a leitura do consumo de cada apartamento através de um software. Nesse caso, é preciso instalar novas fiações ligando os hidrômetros ao computador instalado na área comum do condomínio. A síndica Selma Bruni Barbieri optou por esse sistema de instalação. Para conseguir uma significativa economia de água no condomínio onde é síndica, ela já havia tentado, sem sucesso, campanhas de reeducação para o uso consciente da água. “Os moradores me diziam que estavam economiando mas eu não via resultados na conta”, lembra.

Selma tinha, no entanto, um problema para concretizar a medição individualizada. Cada um dos 18 apartamentos do edifício tem sete prumadas de água. “Foi aprovado em assembléia que faríamos a individualização de três pontos que, juntos, representam cerca de 70% do consumo de cada apartamento. São as prumadas da água quente, da lavanderia e banheiro de empregada e da cozinha”, conta Selma. O consumo das bacias, da água fria e do lavabo não foi individualizado e continua sendo rateado entre os apartamentos. Como o prédio foi construído há seis anos, já possui as bacias com caixas acopladas mais econômicas, que consomem apenas seis litros. Com a individualização, Selma consegue acompanhar, através da leitura mensal que ela mesma faz, se o consumo dos apartamentos está dentro da média. “Certa vez, apenas um ponto de um apartamento detectou 90 m3 de consumo. Era um problema no sensor eletrônico, que logo foi sanado”, conta.

Mas, quando se trata de individualização o que mais preocupa os síndicos é o transtorno causado pela instalação dos hidrômetros nos apartamentos. “O grande desafio da individualização nos prédios antigos é a obra hidráulica, pois é preciso unificar as prumadas”, explica Ferdinando Guerra, da ANA. Para o engenheiro João Martani, que há cinco anos trabalha com  individualização em condomínios, não há possibilidade sem quebra-quebra. “Mesmo em prédios novos, muitas contrutoras deixam o hidrômetro dentro do apartamento, o que nos obriga a realizar uma obra civil para instalar o hidrômetro fora. O ideal é que ele fique num local de fácil acesso e localização para que se realize a leitura”, diz Martani.

O engenheiro esclarece ainda que, a princípio, todo prédio pode ter sua medição de água individualizada por unidade condominial. “Há prédios em que, pela forma como foi construído e pelo projeto hidráulico, o procedimento é favorecido e facilitado. A complexidade da obra muda conforme as características do prédio”, aponta. Edifícios com válvulas de descarga, por exemplo, têm um impedimento para a medição individualizada. “O hidrômetro não dá vazão de água para que a válvula funcione”, garante Martani. Ele complementa ainda que prédios que, pelo tempo de construção, necessitam de troca de colunas de água, devem considerar a possibilidade de realizar a individualização ao invés das substituições das colunas. “É mais barato individualizar do que trocar as colunas. É colocada uma tubulação nova e a coluna velha deixa de ter função”, afirma.

Na opinião do síndico Maurício Jovino, individualizar a conta de água não se trata do bicho de sete cabeças que muitos administradores imaginam. “É uma obra muito mais fácil do que diversas outras que os condomínios realizam. É claro que, conforme o tamanho do prédio, trata-se de uma obra gigantesca onde todo cuidado é pouco”, esclarece. O próprio Maurício, para contratar a individualização no condomínio onde é síndico, com sete blocos e 140 unidades, se cercou de todas as precauções. Ele lembra que foram 11 reuniões para tratar do assunto - com o conselho, os moradores de cada torre, as empresas consultadas.

“Vejo muitos síndicos se aventurando com empresas despreparadas e depois acabam condenando a individualização. É preciso pesquisar muito, investir tempo no assunto e escolher uma empresa séria, que dê garantia e tenha um engenheiro responsável”, resume. Feito o serviço, surge ainda a questão de quem realizará a medição. Maurício é favorável a terceirizar essa tarefa para uma empresa especializada, geralmente a mesma que instalou o sistema. “É preferível do que querer economizar com uma taxa que cobre inclusive uma eventual assistência técnica.”

Maurício dedicou um ano estudando o tema: foi a workshops, palestras, visitou síndicos que já tinham individualizado, consultou advogados. Hoje, quase três anos depois, ele não poderia estar mais satisfeito com o resultado. A conta de água, que chegou a R$ 8 mil a três anos, hoje está em R$3.800. “A individualização gera economia porque dói no bolso e também porque é possível detectar vazamentos rapidamente”, avalia. Para Maurício, a conta individual também traz justiça. No seu caso, há apartamentos de dois e três dormitórios no condomínio. “O de três pagava mais água, mas nem sempre tinha mais moradores”, completa. Outro detalhe que Maurício considera essencial: sempre aprovar a obra de individualização de água em assembléia, com 2/3 de quorum.

Cortar ou não cortar, eis a questão Além do custo que a conta de água significa para o condomínio, outro atrativo tem movido muitos síndicos para a obra da medição individualizada de consumo: a possibilidade de corte da água dos inadimplentes. Muitos acreditam que basta atualizar a convenção do condomínio para legalizar o corte, e discriminar a despesa com água separadamente no próprio boleto do condomínio, economizando com a emissão de um novo boleto.

Há opiniões que julgam a questão um pouco mais complicada. Para o advogado e consultor jurídico condominial Cristiano De Souza Oliveira, a partir do momento em que o condomínio passa a administrar a leitura da água e intermediar o serviço, podendo cortar o consumo, muda a relação jurídica entre condomínio e condômino para uma relação de consumo, portanto regida pelo Código de Defesa do Consumidor. “Pelo Código, o consumidor tem direito de escolher a data do pagamento. Recomendo, portanto, que a água seja cobrada separadamente e que o corte seja feito com autorização judicial”, diz.

Outro aspecto levantado por Cristiano é quanto a característica de parte comum dada à rede de distribuição de água, esgoto, gás e eletricidade, segundo o artigo 1331, parágrafo 2º do Código Civil. “Se a rede de distribuição de água é parte comum, não há 0 que se falar em corte, pois é propriedade do condômino, ainda que possua deliberação em assembléia ou definição na convenção condominial”, afirma. Para Cristiano, todos os cuidados devem ser tomados para que o condomínio não seja lesado, no caso de contestação e até mesmo ação judicial por perdas e danos pelo condômino inadimplente. “Inadimplência e proibições de uso ou corte de consumo são situações diversas. Aconselho o condomínio a levar o caso ao Poder Judiciário, cobrando a dívida judicialmente e requerendo, em caráter liminar ou de tutela antecipatória, o corte de consumo”, justifica.

Fonte: Luiza Oliva

- Revista Direcional Condomínios

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Muito obrigado a todos e estamos sempre à disposição.

Atenciosamente,

Clódson Fittipaldi.

ATENÇÃO: AS PERGUNTAS SERÃO “COLETADAS” ATÉ O DIA 28.09.2011 e, APÓS esse DIA, RESPONDIDAS em até 14 dias contados do dia 28.09.2011, ou seja, até dia 12.10.2011.

Para postar sua pergunta, basta apresentá-la em forma de “Postar um comentário”.

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Comentários serão respondidos, mas dúvidas (perguntas de qualquer natureza) somente mediante CONSULTORIA (v. razões em Ética e Créditos). Portanto, havendo dúvida ou mesmo se tiver algum problema relacionado a qualquer assunto inerente ao conteúdo do Blog para ser solucionado, o Condomínio do Futuro coloca à disposição sua CONSULTORIA (v. em “Consultor Fittipaldi” ou clique sobre a palavra CONSULTORIA retro destacada).

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Fittipaldi – www.condominiodofuturo.com e noticias.band.uol.com.br/blogs

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Twitter: @ClodsonFitti

Advogado inscrito na OAB/SP sob n.º 114.151, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP 1996/1997, Síndico “Profissional” certificado em agosto/2012, abril/2013 (Avançado) e setembro/2013 (incluindo "marketing" pessoal). Atuou desde 1991 como profissional autônomo, tanto no contencioso como prestando consultoria e assessorando pessoas físicas e jurídicas, incluídos condomínios, administradoras e síndicos. Conselheiro Consultivo (2008/2009), Consultor Jurídico (2009/2010), síndico eleito (2011/2012) e Conselheiro Consultivo (2013/2014) no Condomínio Mundo Apto Barra Funda (SP), composto por 3 torres e 324 unidades, com mais de 1.100 moradores e 20 funcionários. Consultoria, implantação de sistemas (Conectcon e Spontania) com validação jurídica e oficial e/ou similares. Palestrante pelo Blog www.CondominioDoFuturo.com e Instituto Pró-Síndico, bem como Instrutor de Cursos na esfera condominial neste último (Pró-Síndico). Promove destacadamente a PALESTRA “SEGURANÇA DIGITAL E PESSOAL” tanto para escolas como para condomínios. Caso seja assunto absolutamente sigiloso e urgente, os e-mails fittipaldi-c@uol.com.br e sindico.cf@condominiodofuturo.com estão à disposição (v. CONSULTORIA em “Consultor Fittipaldi”), bem como o celular (11) 99880-6666 pode ser acionado, mas somente para hipóteses sigilosas (contratação remunerada). Linkedin: http://www.linkedin.com/in/fittipaldicf e Twitter: @ClodsonFitti.

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58 comentários

  1. Caro Srs, Gostaria de receber a relação de condomnios que já tem o sistema do Srs ? e referencias : O srs. já colocaram este sistema em algum mundo apto? Pois, tenho informação que esta redução prometida na maioria das vezes não ocorre pois a área comum do predio apresentar problemas como o nosso vem apresentado (Vazamento na piscina , demora no aguecimento da agua no chuveiro. e outras..Por fim não sei se foi passado pelo nosso síndico nosso condominio é politicamente correto e tem algumas particularidades….

    • Algumas referências enviadas pela http://www.dimaggio.com.br:

      COND.PARK WAY. ACLIMAÇÃO. SÃO PAULO. SP.
      TEL. 9687 1880. SR. AMAURY.

      COND. BELLO GIARDINO. ACLIMAÇÃO. SÃO PAULO.SP.
      TEL. 9191 8503 OU 3207 7820. SR. ULISSES.

      COND. NEW ORLEANS. ACLIMAÇÃO. SÃO PAULO.SP
      TEL.8811 2063 SRA. DEOLINDA

      COND. NOVA MOOCA. SÃO PAULO.SP.
      TEL. 7742 1955 SR. THIAGO.

      COND. FLÁVIA. PENHA. SÃO PAULO.SP
      TEL.9152 5583. SR. ANTÔNIO.

      COND. SUPREME. CHÁCARA KLABIM. SÃO PAULO.SP
      TEL. 7862 1583. SR. DANIS.

      COND. MONTANA GARDEM. PIRITUBA. SÃO PAULO.SP.
      TEL.3901 4683 SR. MESSIAS.

      COND.MAISON ROYALE. CHÁCARA KLABIM.SÃO PAULO.SP
      TEL. 9390 1590- SR. GERSON

      COND. COMERCIAL PASTEUR. SÃO BERNARDO DO CAMPO-SP.
      TEL.4125 4415- 4121 2600 RAMAL 202. SR. FRANCISCO OU VALMIR.

      Respostas eventualmente complementares serão apresentadas após encerradas as perguntas.

  2. Moro no apto de 52m2 e gostaria de saber o tempo de obra para instalação dos registros no meu apartamento bem como o tempo que ficaremos sem água e/ou utilização do chuveiro.

  3. Gostaria de saber como exatamente é feita a medição dos registros individuais e como é feito o corte de água de um único apartamento.
    Vejo na individualização uma grande arma para a inadimplência, porém gostaria de entender como isso seria viabilizado.

  4. Gostaria de saber se existe uma politica de parcelamento maior e / ou sem juros, pois existem moradores como eu que nao poderao arcar com a despesa no momento mesmo sendo a favor da individualização.

    Outra dúvida é em relação aos horarios em que serão realizados os serviços e se o serviço dos marceneiros contratados futuramente pelo condominio para a retirada dos gabinetes serão pagos a parte ou nao.

    Gostaria de saber onde ficara o medidor de gás na área de serviço e se o gas do fogão será individualizado tbm, ou apenas os dos chuveiros.

    att

    Luiza

  5. Tenho várias perguntas:
    1) Nos primeiros sete meses de 2011, a média mensal de gastos com água e gás por unidade chegou foi de R$ 110. Os primeiros informes sobre a individualização dão conta de que, com um investimento por unidade de R$ 1.260, pagos em dez parcelas, teríamos uma economia de até 40% nesses itens (R$ 44 por mês na taxa condominial). Com isso, acabaríamos pagando o investimento em, no mínimo, 28 meses. Dá para melhorar esse retorno?
    2) Como evitar o efeito de recalque (redução da pressão da água), já que qualquer medidor representa um obstáculo ao livre fluxo da água?
    3) Onde ficarão os medidores? Tenho armários de bancada nos banheiros e não estou a fim de perdê-los nem de danificá-los. Se isso ocorrer, quem paga o dano, a empresa instaladora ou o condomínio? Não serei eu, imagino.
    4) Enquanto a instalação não estiver completa, isto é, todas as unidades com seus medidores instalados, os primeiros moradores contemplados com a individualização pagarão a conta deles e a do condomínio todo, incluindo aí os atuais e eventuais desperdícios. Como atenuar essa injustiça?
    5) Qual é o prazo de instalação de todos os medidores?
    6) Se houver uma minoria significativa de unidades contrária à individualização, digamos 20% (65 unidades) ou 30% (98 unidades), ainda assim a operação será feita? Corre-se o risco de uma ação judicial impedindo ou atrasando o processo? Nesse caso, com a obra já iniciada e, eventualmente paralisada, como ficamos?
    Agradeço desde já pela atenção.

  6. Boa Noite,

    Gostaria de saber qual o real valor que será abatido na taxa condominial, hoje pago R$372,00, a partir da individualização das contas quanto passaria a pagar?

    • Boa noite, Sra. Rosalia!
      Essa resposta, independentemente da que virá por pare da(s) empresa(s), posso adiantar.
      Dependerá do término da instalação de todas as instalações e dos valores que o condomínio verificará como economizados para, depois, abater do valor da cota condominial na proporção de cada unidade (maiores “x” e menores “y”).
      Entrementes, como vai cair em época de “ajuste” de orçamento anual, ainda que não houvesse redução na cota condominial, poderá não haver ajuste da cota, ou seja, ela poderá permanecer “congelada” por mais 1 (um) ano ou até mais.
      Não há como precisar (ou prometer) um valor fixo, mas certamente o benefício no “bolso” do condomínio e dos condôminos será ‘indiscutível’.
      Todas as contas, depois de tudo funcionando 100%, serão apresentadas aos Srs. condôminos para que verifiquem a economia que será gerada em prol da coletividade.
      Atenciosamente,
      Clódson Fittipaldi.

  7. Olá,

    Gostaria de saber se a mesma empresa que fará a individualização da água também vai fazer a indivisualização do gás. Na AGE a empresa abordou somente a questão da individualização da água. Ou até abordaram a questão do gás mas não foi possível ouvir.

    Para o gás, como seria a obra no apartamento?

    Obrigada!
    Renata e Wagner – 41 / T1

    • Boa noite, Sra. Renata!

      Essa eu mesmo posso responder para a Senhora.

      São três registros (hidrômetros):

      1 mede a água fria que é utilizada pela lavanderia e cozinha;

      1 mede a água fria que é utilizada pelo(s) banheiro(s), tanto pelo(s) chuveiro(s) como pela(s) torneira(s); e

      1 mede o consumo da água quente que é utilizada pelo(s) chuveiro(s).

      Pois bem. Pelo consumo de água quente do(s) chuveiro(s) é possível, com precisão, saber quanto de água quente foi utilizada pela unidade e, com base no gasto das caldeiras, mede-se o gás que é utilizado para dito aquecimento.

      Então, excluído o uso do condomínio para áreas comuns, o restante é aferido pelo consumo de água quente que a unidade “x” fez. O mesmo serve para o gás de cozinha, que representa a média de 5 a 10% do uso da água quente para chuveiro(s). Geralmente 5%.

      Por isso que com hidrômetros de alta tecnologia é perfeitamente possível ser medido o consumo de água e de gás, vez que nosso sistema funciona interligado.

      Na expectativa de bem ter esclarecido sua dúvida continuaremos à disposição para eventuais esclarecimentos complementares.

      Atenciosamente,

      Clódson.

      • Não concordo com a explanação de se cobrar o gás pela medição de água quente, ou seja, caso um morador não esteja no condominio durante 30 dias, existe um custo de aquecimento, ou seja, para manter o sistema sempre quente, mesmo que não seja consumido. Exemplo. Se ninguém toma banho das 13:00 as 17:00 hs, o sistema pode ter sido ligado as 13:00, aquecido, desligado as 14:00…. após 2 horas perde-se calorias, o sistema volta a ligar as 16:00 e desliga-se as 17:00. neste caso, quem não consumiu acaba não pagando e a conta fica para quem consumiu, o que não é juste.

        • Prezado Sr. Geraldo, boa noite!

          A empresa explanará mais detalhadamente, mas aí existe uma cobrança, seja da AES Eletropaulo, seja da Sabesp, seja da Comgás, chamada TAXA mínima. É por esse caminho que todos que aprovaram entenderam e será assim no CIMABF.

          Esteja certo de que não haverá esse suposto prejuízo, vez que quem tem o apartamento, casa, prédio, mansão, palacete ou qualquer outro imóvel fechado, à exceção do pedido de DESLIGUE, paga a taxa mínima.

          De igual forma, todo o sistema estará à disposição dos que permanecem mais ou permanecem menos nas suas residências e não haverá injustiça, mas sim JUSTIÇA SOCIAL.

          De qualquer sorte, aguardemos as respostas de quem entende bem do assunto, vez que eu apensas tento colaborar com o mínimo de conhecimento que tento adquirir com alguns estudos.

          Muito obrigado pelo contato e agora vamos aguardar as datas para apresentação de respostas.

          Atenciosamente,

          Clódson Fittipaldi.

  8. Bom dia, gostaria de saber:

    1. Quanto tempo vai demorar a obra no apartamento de 63m2 ? Quanto tempo sem água?

    2. Quais datas e horários serão agendados ? No meu caso ninguém fica no apartamento durante o horário comercial.

    3. Onde ficarão os hidrômetros no apartamento de 63m2 ? Ocupará espaço externo ou será interno a parede ?

    4. Se durante a obra danificarem algum móvel ou eletrodoméstico, quem arcará com o prejuízo? A contratada ou o condomínio ?

    5. De que forma(tecnicamente falando) será feito o “corte” de água dos apartamentos inadimplentes ?

    Att,

  9. Boa Tarde!

    Sou totalmente a favor da individualização, porém gostaria de saber:

    1) O contrato de individualização da água será feito entre a empresa escolhida e o condominio, como será tratada a inadimplência sobre esse serviço contratado? Novamente os bons pagadores terão que arcar com o custo devido aos inadimplentes?

    2) Na Assembléia realizada foi informado que após a individualização da água e gás, quem não pagar terá o corte de ambos. É possível? Como será feito?

    3) Foram contactadas as referências fornecidas pelas empresas participantes da concorrência para saber a opinião quanto ao serviço prestado?

    4) Durante a obra ficaremos sem água quente ou fria?

  10. Eu tenho uma pergunta a fazer para a DImaggio, pergunta esta que já foi feita ao técnico da Teschen. Em caso de descontentamento com a empresa de medição é possível se escolher outra que seja compatível com o equipamento que foi instalado?

    Eu ví no site algumas dúvidas que posso esclarecer.

    1. Não existe medição no gás da cozinha.
    2.Mede-se o gas utilizado pelo consumo do chuveiro já que ele é o grande vilão do gasto do edifício. O gás do fogão é equivalente a 5% do consumo total da conta. Vai ser rateado por igual para todos.
    3. Não existe corte da água nas unidades inadimplentes. Apenas elas ficarão devendo o condomínio como acontece hoje.
    4. Ninguém irá receber um boleto de água ou de gás em sua unidade. Isto não é possível com este sistema. Os gastos de água e de gás serão exibidos em separado no boleto condominial.

    Não pertenço a empresa nenhuma de individualização mas entendo sobre o assunto.

    Obrigado

    André Wilda
    Arquiteto e Urbanista
    Apto 94 Bloco2

    • Muito bom dia, André!

      Vejo que você muito mais colaborou do que perguntou. Então, aguardei as perguntas serem encerradas para, pessoalmente, responder a sua única questão.

      SIM. Se estivermos descontentes com a leitura da Di Maggio, por exemplo, podemos escolher entre outras 4 (quatro) que fazem a mesma medição que a Di Maggio faz.

      Só algumas outras empresas é que “amarram” o sistema de leitura e depois é só CAOS, mas o melhor orçamento e melhores condições, que foram ofertados e apresentados pela Di Maggio, permitem sim a troca imediata de empresa que faça a leitura.

      Outro detalhe: Não há corte, mas HÁ REDUÇÃO NO FORNECIMENTO PARA INADIMPLENTES.

      E mais… Na nossa opção, haverá sim emissão de boletos individuais para cada unidade, à exceção de optarmos pela outra forma.

      Muito obrigado pela sua altamente positiva participação. Espero que tenham lido suas respostas, as quais, como de costume, são sempre muito tecnicamente esclarecedoras.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  11. Sobre o processo de instalação dos hidrômetros:

    - visto que tenho armário que foi parcialemnte embutido na área de serviço, gostaria de saber como será feita a instalação dos mesmos. O armário já instalado e pago poderá retornar ao seu lugar, exatamente como se encontra hoje – sem aquele volume da caixa plastica e sem recortes? Quem arcará com a retirada e instalação do armário, bem como com os valores se ocorrem danos aos armários?

    - o modelo apresentado em reunião para instalação no banheiro, expõe duas caixas plasticas, com voume externo, inclusive, dentro do box, comprometendo com o design do banheiro. Há a possibilidade de algum modelo que fique localizado internamente, não influenciando no lay out e design do mesmo?

    As outras questões já me fiz contemplada nos questionamentos de outros condôminos.

    Att.

  12. Bem, minhas primeiras perguntas ainda não foram respondidas mas já surgem outras:
    1) O último post, da moradora Luciana, alerta para “caixas plásticas” que serão colocadas nos banheiros. Creio que no banheiro da suíte elas já provoquem algum desconforto. E nos banheiros menores? Vai ser possível entrar no box?
    2) Se os inadimplentes continuarão inadimplentes, como escreveu o morador André Wilda, de que adianta fazermos tanto esforço para individualizar as contas?
    Abraços.

    • Sr. Carlos, bom dia! Se o Sr. participou da AGE de 14.09.2011, bem como leu até o final a postagem principal que ora apresentam-se perguntas, perceberá que, PRIMEIRO, TODAS as perguntas serão apresentadas e isso ocorrerá até o dia 28.09.2011.
      Após esse prazo, teremos 14 (quatorze) dias contados de 29.09.2011 para as RESPOSTAS para TODAS as perguntas.
      Todo o sistema foi minuciosamente estudado e o que posso garantir é que os “inadimplentes” TERÃO REDUZIDOS SOBREMANEIRA os fornecimentos de água e, com isso, mal conseguirão utilizar água (fria ou quente) para “banhos”. Mas essa não é a resposta definitiva e os detalhes serão apresentados em 14 dias depois do dia 28.09.2011, onde não mais serão recebidas (ou consideradas como computadas) quaisquer perguntas que não tenham sido apresentadas dentro do prazo combinado na AGE de 14.09.2011 e amplamente divulgado em nosso site.
      Grato, mais uma vez, pela participação.
      Atenciosamente,
      Clódson Fittipaldi.

  13. Segundo a resposta que o Clódson deu à moradora Rosália Dreger, não se pode precisar qual será a redução na cota de condomínio, mas, o benefício no bolso do conômino será “indiscutível”. Minha pergunta é: como poderemos tomar a decisão de fazer um investimento vultoso, com risco de danos aos apartamentos, com a possibilidade de ficarmos algum tempo sem água, sem sabermos, ainda que aproximadamente, qual será o retorno? Acho que o investimento, pelo menos enquanto não soubermos qual será a redução na cota de condomínio, é DISCUTÍVEL, sim.

    • Sr. Carlos, não nos precipitemos. A realidade virá com a demonstração contábil. Ademais, respondo apenas algumas perguntas e de forma INFORMAL, vez que a(s) EMPRESA(S) é que apresentará(ão) as respostas mais técnicas. Não sou técnico. Sou um condômino interessado no bem comum do CIMABF. Mas posso garantir que se, a título de exemplo, alguém consumir 30.000 (trinta mil) litros de água no mês, não haverá redução para esse exemplo. Então, as perguntas não estão sendo condizentes com as realidades diferentes que virão com a individualização. Tenha um pouco mais de calma, vez que todas as perguntas começarão a ser VALIDAMENTE respondidas por EMPRESA(S) a partir do dia 29.09.2011 e pelo prazo de 14 (dias).
      82% aprovou a individualização e é a todos esses, bem como aos demais, que as empresas terão a cautela de não deixar dúvida. Mais uma vez agradeço e aguardarei, doravante, somente as EMPRESAS responderem, posto que meus poucos esclarecimentos parecem que não estão sendo muito elucidativos. Só não nos esqueçamos que a economia para o “bolso” do condomínio e para vários outros “bolsos” (menos perdulários) aparecerá, CERTAMENTE, com o passar de alguns meses depois de todo o sistema estar implantado.
      Grato pela sua participação e mais agradecido pela sua paciência em aguardar RESPOSTAS TÉCNICAS, as quais ajudarão o Sr. e muitos outros condôminos a dirimirem suas dúvidas. Esteja certo de mais uma coisa: não fosse positiva e não trouxesse economia, certamente não teria sido levada a INDIVIDUALIZAÇÃO para votação com aprovação tão expressiva.
      Ótimo domingo para todos.
      Atenciosamente,
      Clódson.

      • Só mais uma complementação: minha afirmação foi de que a economia será sim benéfica ao “bolso” do condomínio e de CONDÔMINOS também. Por favor, vamos transcrever a totalidade da veracidade postada e não apenas parte dela. Grato.

  14. Resposta ao Ilmo. Sr. Geraldo, isso porque o sistema de “Replay” vai estreitando a tela e dificulta a leitura.

    RESPOSTA (não oficial, até que empresa responda):

    Prezado Sr. Geraldo, boa noite!

    A empresa explanará mais detalhadamente, mas aí existe uma cobrança, seja da AES Eletropaulo, seja da Sabesp, seja da Comgás, chamada TAXA mínima. É por esse caminho que todos que aprovaram entenderam e será assim no CIMABF.

    Esteja certo de que não haverá esse suposto prejuízo, vez que quem tem o apartamento, casa, prédio, mansão, palacete ou qualquer outro imóvel fechado, à exceção do pedido de DESLIGUE, paga a taxa mínima.

    De igual forma, todo o sistema estará à disposição dos que permanecem mais ou permanecem menos nas suas residências e não haverá injustiça, mas sim JUSTIÇA SOCIAL.

    De qualquer sorte, aguardemos as respostas de quem entende bem do assunto, vez que eu apensas tento colaborar com o mínimo de conhecimento que tento adquirir com alguns estudos.

    Muito obrigado pelo contato e agora vamos aguardar as datas para apresentação de respostas.

    Atenciosamente,

    Clódson Fittipaldi.

  15. Algumas dúvidas:

    1) Caso um ou mais moradores não permitam a instalação do sistema de leitura da água e gás no seu apartamento, qual atitude será tomada? A pessoa pode não querer a instalação por motivos próprios, por não poder/querer arcar com os custos que terá no seu AP, por falta de tempo para acompanhamento, etc.

    2) Supondo que o morador recuse a instalação até as últimas consequências, o que pode levar muitos meses e até não ser permitida. O sistema de individualização não entrará em operação até que todas unidades tenham o sistema instalado? Ou quem não permitir dividirá a conta com outras unidades que não permitirem? Ou como será resolvido?

    3) Pelo que entendi para a Sabesp será como uma conta só e a empresa contratada fará a divisão de forma transparente para a Sabesp, certo? Se um morador deixar de pagar a conta de água o que será feito? O condomínnio terá que pagar a conta na Sabesp referente a este morador? Ele poderá ter a água cortada?

    4) Com o sistema implantado, caso algum morador discorde do valor informado para sua unidade, como poderá solicitar revisão? A empresa terá como comprovar o gasto da unidade de forma clara sem deixar dúvidas, como?

    5) O pagamento da mensalidade por unidade será cobrado apenas quando o sistema estiver funcionando e corretamente?

    6) Qual garantia caso o sistema não funcione como o esperado? Pois já teremos gasto com a implantação e se não funcionar conforme o esperado poderá ser dinheiro perdido.

    7) Existirá alguma obrigação do condomínio continuar com a empresa que fez a implantação por determinado tempo após a instalação? Qual o tempo ou poderemos trocar o serviço mensal para outra quando desejarmos?

    8) Se após a instalação dos hidrômetros a água sair com menos pressão, quanto tempo a instaladora terá para solucionar o problema? E caso não consiga resolver o que será feito?

    * Apenas mais um comentário: Alguns moradores indicaram casos de sucesso e fracasso em outros condomínios referente a individualização, poderiam verificar quais empresas atuaram em cada caso para termos ciência.

    • 1) Se não houver permissão espontânea, tendo havido aprovação esmagadora, o condomínio possui instrumentos, inclusive jurídicos e não tão demorados (cautelar com pedido liminar) para obrigar o “resistente” a aderir ao sistema que só trará benefícios ao todo. O Zelador, o manutencista ou o próprio síndico poderá acompanhar a instalação na unidade onde “não houver tempo” para o morador estar presente, mas a instalação pode ocorrer até num sábado, se o caso. Então, fica difícil não ter um só dia para a execução das rápidas obras.

      2) A solução foi votada e 79,8% aprovou. Se não houver colaboração, infelizmente poderá haver medida judicial para obrigar a realização da obra, que não fere a estrutura da construção. A medida cautelar, com concessão de liminar, não trará tanta demora e o sistema vai sim funcionar na brevidade possível, sob consequência, inclusive, de advertências e multas por obstrução de obra de interesse comum, coletivo e majoritário “esmagador”.

      3) A água não será cortada, mas sim reduzida sobremaneira. O condomínio sempre tem que pagar a totalidade, mas as contas serão direcionadas individualmente a cada unidade pelo sistema Sabesp de medição e cobrança.

      4) Pode pedir revisão e há sistema seguro de alta tecnologia, sendo que os detalhes serão apresentados pelas empresas (somente estou tentando adiantar algo, mas nada técnico). Mas a medição é perfeita e já implantada com sucesso em MILHARES de unidades, sendo os resultados altamente positivos. O Sr. pode até pesquisar matérias do Jornal Nacional e outras que tem no http://www.youtube.com.br.

      5) A cada hidrômetro (3 por unidade) pronto para medição, o sistema poderá entrar imediatamente em funcionamento, mas essa será uma estratégia a ser definida entre administração e empresa a executar os serviços. Pode ser estudado até um desconto proporcional (não garantido se não for viável num primeiro momento) para os que começarem a pagar a individualização (contas) antes de outros ainda em fase de implantação, mas acredito que seja melhor aguardar a finalização de todas as unidades para que as cobranças comecem concomitantemente e de forma 100% organizada. Tudo isso será debatido entre administração e empresa eleita.

      6) Quase IMPOSSÍVEL o sistema não funcionar, mas nessa mais que remota hipótese, a empresa deve cumprir a garantia e, se o caso de total impossibilidade, deverá ressarcir o que investido e retirar o que colocado, mas isso se diz apenas por “amor do debate”, vez que não há precedentes, ao menos com as empresas que se mostraram mais sérias e flexíveis em preços e condições. São a techem e a Di Maggio. Uma dessas duas será a escolhida, mas no dia da próxima AGE apontarei o que descobri em pesquisas e informações para que tenhamos a melhor e mais segura conosco.

      7) Não. No nosso contrato não permitiremos exclusividade. Aliás, a Di Maggio nos deixou a vontade para fazer só a implantação e a medição poderia ser feita por outras empresas, muito embora o menor preço para fazer a medição também seja da Di Maggio. As propostas estão no site http://www.mundoapto.com em “Downloads” e “Diversos”. Basta o Sr. analisar detalhadamente as vantagens de uma e de outra empresa.

      8) Essa hipótese é muito remota, mas se ocorrer só se for por obstrução de algum objeto, vez que os hidrômetros não tem por objetivo obstruir a passagem de água e sim MEDIR a quantidade passada para utilização. De qualquer sorte, se acontecer, a empresa deverá responder mais detalhadamente ao Sr., posto que meu conhecimento vai até onde tentei contribuir para adiantarmos algum “expediente”.

      Eu poderia dizer qual foi a empresa que mais teve sucesso e a que teve algum tipo de problema, mas somente farei isso no dia da AGE. Pode estar seguro que abrirei todas as informações que tenho e o Sr. pode verificar junto a alguns condomínios já apontados, ao menos pela Di Maggio, para verificar se houve ou não problema e, inclusive, se estão satisfeitos com o sistema. Mais será dito pelas empresas e por mim no dia da próxima AGE.

      Muito agradecido e meu voto de boa noite.

      Clódson Fittipaldi.

  16. Mais uma dúvida, lendo as mensagens acima existe a informação que serão instalados 3 hidrômetros para a medição das águas. Como será o sistema de medição do gás de cozinha?

    Pelo que outro morador informou, não haverá medição deste gás e continuará sendo dividido por igual entre as unidades, ele está certo?

    • Boa noite, Sr. Yvan!

      Sendo o maior “vilão” do consumo o gás para o aquecimento da água dos banhos, a medição será precisa quanto a este consumo e, pela média, que geralmente é entre 5% e 10%, será medido o consumo do gás da cozinha, mas as empresas poderão precisar melhor os detalhes para o Sr. Tenha uma boa noite.

  17. Boa tarde,

    Srs. gostaria de começar dizendo que sou totalmente a fv da individualização, aliás PARABÉNS a Administração pela iniciativa.

    Devido ao nosso horário de trabalho, eu e minha esposa levantamos bastante cedo, entre 5 e 5:30h. Em muitos dos dias, apesar da melhorias recentes, o chuveiro ainda demora um pouco a equentar, variando entre 10 e 20min. Suponho que isso tenha a ver com a água que fica parada na coluna do edifício e, como de madrugada praticamente não há consumo, ela esfrie. Pela manhã demora até que a troca da água fria parada pela renovada já aquecida aconteça. Se essa hipótese está correta, gostaria de saber se há mais alguma medida que ainda possa ser adotada pelo Cond., já que, após a individualização, esse desperdício de água impactará diretamente na conta de alguns moradores.

    Desde já agradeço.
    Ricardo Lima (apto 113 Torre II)

  18. Boa tarde, Sr. Ricardo Lima!

    É com muita satisfação que tento me antecipar, somente um pouco e dentro dos conhecimentos que obtive, à sua pergunta.

    Pois bem. Também enfrento, por algumas raras oportunidades, o problema da pequena espera (a minha não passa de 2 minutos) pelo aquecimento da água.

    O maior problema verificado eram os “gatos” (ligações irregulares que aproveitavam a água quente destinada somente aos banheiros para ser usada em pia de cozinha, banheiro 1 e banheiro 2 – para quem os tem).

    Com a individualização, quem tiver ligação irregular será pego de uma forma ou de outra, vez que, no momento da ligação, o sistema será lacrado e qualquer tentativa de alteração é acusado à distância.

    De qualquer sorte, o sistema que era mantido de ligar e desligar hoje não é mais e isso foi descoberto pelo nosso atual Zelador, o Sr. Marcos, sendo que a Paulucy realinhou todo o sistema das 3 Torres. Mas não é só.

    Eu, particularmente, não estou satisfeito com dita empresa e alguns funcionários já me disseram que também não estão. Já pedi mais duas empresas SÉRIAS e COMPROMETIDAS para dar fim (ou minimizar ao máximo) a esse problema que parece ter vindo com a construção em si (novo sistema, praticamente pioneiro, da Setin, quando deu início aos condomínio “MUNDO APTO” e são 6 eles em SP.

    Vamos manter o aquecimento constante para evitar esse tipo de problema que era ainda pior quando o aquecimento a gás era praticamente “paralisado” durante a madrugada.

    Estamos atentos a isso também, mas será um trabalho conjunto da empresa que for eleita para a individualização, da empresa que ficará responsável pelos cuidados da manutenção e do próprio condomínio que, por intermédio de seus funcionários, que estão sendo a cada dia melhor preparados, que ajudarão na fiscalização constante desse pormenor.

    Parabéns a vocês e a todos os demais condôminos que entenderam que não é uma medida política, mas sim necessária, não só pela justiça social, mas principalmente para o Planeta como um todo.

    Sempre à disposição, sou eu quem agradeço e subscrevo-me

    Atenciosamente,

    Clódson Fittipaldi.

  19. Clódson,
    Obrigado pelas respostas aos meus questionamentos anteriores.

    Uma dúvida, você citou que “a água não será cortada, mas sim reduzida sobremaneira”. Isto porque cortando a água o morador poderá entrar na justiça contra o condomínio? E apenas reduzindo a água não terá este direito? Para não sofrer com a redução da água o morador poderá pagar apenas este item e não o condomínio completo?

    Sei que isto será avaliado, mas creio que o sistema deva entrar em funcionamento sobre demanda, caso contrário o morador que instalar primeiro precisará esperar um bom tempo até todos instalarem para poder usufruir do sistema.

    Att
    Yvan Almeida

    • Boa tarde, Sr. Yvan!

      Para evitar demanda contra o condomínio é que não vamos permitir “cortar” completamente o fornecimento. O Sr. tem razão sim na sua observação.

      De outra parte, a redução não deixa “SEM” água, mas não podemos prestigiar os inadimplentes, sejam em relação ao condomínio, sejam eles em relação às suas contas de LUZ, ÁGUA, GÁS ou qualquer outra.

      Sendo medida legal e fundamentada, dificilmente um inadimplente, inclusive que não paga sua conta de água e gás (ou outra mesmo) poderá invocar qualquer direito por falta de água, pois não faltará. Somente será REDUZIDA e a Di Maggio me informou também que os que tentaram judicialmente perderam.

      Não conheço pessoalmente caso igual, pois também sou novato na individualização e nunca advoguei para condomínios que tivessem tido esse problema, apesar de já ter prestado assessoria jurídica a muitos, mas o assunto é recente. Então, não tenho (comigo) caso prático.

      De qualquer sorte, estaremos com um corpo jurídico bem preparado para que inadimplentes não gozem dos mesmos direitos que os cumpridores de obrigações devem, com todo merecimento, gozar.

      As obrigações são distintas e ambas exigíveis. Não se tem como invocar ou praticar o pagamento de um e não de outro, ou seja, pagar água e não pagar condomínio. Se fizerem isso, o Direito e a Justiça estão aí para nos socorrermos deles.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  20. Boa tarde,

    Eu tive que arrumar algumas fissuras na parte externa do meu apartamento devido a infiltrações no meu cômodo. Eu avisei o síndico, o meu pedreiro colocou uma lona no apartamento do térreo para evitar respingar material lá embaixo. Como não tenho um bom relacionamento com os moradores do apartamento do térreo, inesperadamente o proprietário de lá retirou a lona e não deixou que eu desse continuidade na reforma. Eu liguei novamente para o síndico – que é muito amigo do morador do térreo – e expliquei o que estava acontecendo e fui orientado a levar o pedreiro novamente, fazer a tentativa e encerrar o trabalho se não fosse possível.
    A esposa do morador que retirou a lona chamou outro vizinho e explicou que eu havia pintado parte da fachada de outra cor deliberadamente (era apenas uma película que ainda iria receber a camada de tinta) e, então foi feita uma assembleia ontem. Esta mesma moradora realizou, há algum tempo, uma alteração na fachada de trás do prédio ao colocar um aparelho de ar condicionado, colocar uma encanamento e tentar pintar a fachada para ficar igual. Ficou muito mal feito o serviço e existem vários tonalidades fora do padrão original do prédio. Eu e minha esposa explicamos que o trabalho ficou incompleto pela obstrução dos moradores do térreo e que só faremos a nossa pintura se eles fizerem a dele. Amigos dos moradores do térreo estão pressionando para que pintemos todo o prédio e arquemos sozinhos com os custos, sendo que nem tivemos a oportunidade de fazer a pintura e o prédio tem mais de 10 anos (a pintura jamais ficará no mesmo tom). Eles decidiram que vão convidar um engenheiro da construtora do prédio para averiguar o que eu contei (se existem trincas e se elas são responsáveis pelas infiltrações). Só que eu estou pensando e não quero permitir que seja removida a película que coloquei para o meu cômodo ficar novamente vulnerável às chuvas e eu ter que arcar com todo o problema de novo de infiltrações. Eles podem me obrigar a pintar todo o prédio? O prédio pode me processar adotando dois pesos e duas medidas ao aceitar a pintura (admitida pela própria moradora do térreo e pelos demais) dos moradores do térreo e exigirem apenas que eu seja penalizado? A tubulação do aparelho de ar condicionado deles pode ser considerada como alteração da fachada? Este caso pode ser considerado como litigância de má fé?

    Muito obrigado pela atenção

    Anderson

    • Sr. Anderson, bom dia!
      Quero deixar claro que aqui é um “blog”, que temos limitações e que não posso, por questões éticas, disciplinares e até mesmo para não caracterizar uma consulta jurídica (OAB limita isso também = Código de Ética e Disciplina), não posso responder toda a sua questão. Então, muito embora possua eu o conhecimento técnico necessário, vez que sou advogado militante na área cível e também certificado oficialmente como síndico profissional, posso passar uma orientação basilar, mas deixo claro que é uma orientação e nada mais além disso. Caso o Sr. tenha interesse, o Condomínio do Futuro, na condição de “Blog” até possui outras pessoas, físicas e jurídicas que podem ser “apontadas”, sem qualquer vínculo direto ou indireto de responsabilidade ou participação, mas friso e enfatizo que não podemos prestar “consultoria” técnica específica.
      Muito bem. Vou passar, dentro de certo limite à sua complexa questão, mas dentro dos lindes que lhe alertei.
      Para toda e qualquer obra, recomendável que haja o comparecimento de um engenheiro, credenciado e que, para a realização da mesma, ainda mais quando afeta área comum do condomínio, haja uma A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica). Já escrevi sobre essa matéria em http://www.condominiodofuturo.com/vistoria-periodica-em-edificio-edilicio-colaboracao-do-sr-julio-cesar-cardoso/, http://www.condominiodofuturo.com/responsabilidade-civil-do-sindico-obras/ e http://www.condominiodofuturo.com/consumidores-mais-um-vez-vitimas-em-lages/. Seria interessante o Sr. dar uma “lida” nas matérias. Elas podem elucidar boa parte das sua dúvidas, inclusive sobre a responsabilidade quanto à pintura “geral” no prédio todo.
      Quanto ao “ar condicionado”, necessita estudar sua CONVENÇÃO CONDOMINIAL, regimento interno e eventual assembleia que porventura tenha aprovado esse tipo de “alteração”, pois se houve alguma aprovação, por exemplo, em assembleia, também precisa estar atento para o quórum mínimo, geralmente constante da CONVENÇÃO CONDOMINIAL etc. Não tenho esses documentos para analisar e não posso fazê-lo, pois estaria prestando diretamente uma consultoria, especificamente no campo jurídico. O Sr. deve procurar um “consultor” jurídico (escritório ou advogado), mas por intermédio do Blog eu não posso fazê-lo, ainda mais de forma gratuita em nítida concorrência desleal, afrontando o código de ética e disciplina da OAB. Essa parte já está explicada. Não mencionarei além do que já mencionei. De fato, o Sr. deverá procurar um profissional para dirimir suas dúvidas.
      De fato, muito dificilmente o Sr. será compelido a pintar o “prédio todo”, especialmente se a pintura já for “antiga”, se não tiver havido pintura de conservação ou “manutenção”. Deve mesmo ser chamado um especialista, o que eu denominaria de “perito” para avaliar a questão e, diante de um parecer técnico mais especializado e imparcial, chegar-se a um denominador comum, sendo estipulada uma ação que viabilize a recomposição da “fachada” ao estado “anterior” ou mais próximo ao anterior, levando-se em consideração que uma tinta nova dificilmente será idêntica a uma tinta de 5 (cinco) ou 10 (dez) anos, mesmo porque o sol, a chuva e demais fatores externos, tais como poeira, poluição (combustível queimado, óleo diesel, poeira etc.) influenciam na cor de uma pintura feita há mais de 30 dias. Imagine há mais de 5 ou 10 anos.
      Então, Sr. Anderson, ainda que o Sr. seja “processado” (acionado judicialmente), não vejo como sendo coerente, dentro de sua narrativa, o êxito pleno da demanda contra o Sr., repetindo e enfatizando que acredito que os fatos sejam exatamente 100% como o Sr. esteja narrando.
      A tubulação do aparelho, o próprio aparelho, quaisquer adaptações externas do ar condicionado, somente para finalizar, se não obtiveram aprovação assemblear dentro do quórum da CONVENÇÃO que prevê a permissão para alterações e se essa alteração ocorreu na fachada, evidentemente que pode sim ser considerada como alteração de fachada, mas REPITO que TUDO depende de análise VISUAL, CONVENCIONAL (da convenção de condomínio do seu condomínio) e demais regras a ele aplicáveis. Se houve assembleia regularmente convocada para esse fim, quórum atingido etc. É um quadro inteiro que deve ser analisado e justamente por isso qualquer resposta não é 100% correta para o caso em particular, uma vez que determinados documentos, incluída sua convenção, atas assembleares e alguns outros que podem ser solicitados compõem a resposta mais completa para o seu caso como um todo.
      Só não vislumbro, diante da narrativa, o caso da “má-fé”, mas não deixo de destacar que nós estamos aqui no campo de “suposições”. Não tenho documentos, fatos concretos, fotos, provas etc. Trabalho apenas com as suas informações e qualquer afirmação minha não pode ser tida como 100% segura, uma vez que as provas é que vão ditar as regras e resultados finais.
      Por isso e por derradeiro é que oriento o Sr. a reunir fatos e documentos, encaminhar a um ou a profissionais habilitados, objetivando que sua “dor de cabeça” seja evitada. Muitas vezes pensamos que não precisamos procurar um “médico”, pois estamos somente com uma dor de cabeça, mas não sabemos que podemos estar “enfartando”. Não digo que é o caso do Sr., mas recomendo que realmente busque auxílio, isso diante do volume de informações que o Sr. já nos passa nessas alturas dos acontecimentos relatados e não digo isso para que passe para “mim”, uma vez que nem mesmo sei de qual Estado o Sr. está reportando o problema.
      De qualquer sorte, estamos à disposição. Se necessitar, tente encaixar sua questão em matéria mais recente, mesmo porque “individualização” de água pouco destaca a problemática e o seu caso, espero, merece um destaque maior. Espero até que façamos uma matéria somente para ele. Quem sabe?
      Atenciosamente,
      Fittipaldi.

  21. Boa noite,
    Minhas duas filhas moram em um conjugado de 18m2, no Rio de Janeiro, no qual ficam de 2ª a 6ª feira, pois no final de semana elas vêm para casa, que fica em outro municipio do RJ.
    Eu costumos ir nesse conjugado 2 x na semana para fazer a comida e pegar a roupa para lavar em casa, pois como lá é mt pequeno, não tem condições fisicas de secar.
    Acontece, que nesse predio a água é cobrada “por cabeça”, e cada cabeça custa 56,00, e para completar, a sindica me incluiu nessa tb, mesmo eu indo somente 2 vezes por semana. Assim o valor chega a 170,00 3 pessoas. Acho isso um absurdo, inclusive pedi a convenção para olhar, pois ela afirma que consta dessa forma, “por cabeça”. Quero executar o condominio e contestar essa divisão. Será que tem procedencia o meu pedido?
    Obs.: o imovel é alugado por elas.
    O condominio no mes de janeiro chegou a um total de 363,00, mais caro do que um condominio na zona sul.
    Obrigada!
    Rosalva

    • Boa tarde, Sra. Rosalva!

      Agradecemos sua participação.

      Primeiramente, precisamos saber o que a Sra. entende ser “por cabeça”, pois se a água cobrada já é incluída no valor da cota condominial, ela é cobrada como valor de despesas ordinárias e não tem caráter de individualização. Portanto, não atende ao critério de “per capita“. O que provavelmente é feito é o “rateio” do total das contas pela quantidade dos condôminos e arrecadado o valor total, com provável pequena margem de “sobra” para eventualidades não previstas (manutenções de conserto, substituições de peças quebradas etc.).

      Assim, para haver a tão almejada justiça social, somente com a individualização e medição criteriosa, com colocação de hidrômetros e procedimentos de praxe, atendendo aos critérios de estilo.

      Na data de hoje, dia 08.02.2013, publicamos matéria que foca justamente um bom planejamento, sendo base para qualquer administração condominial seguir as regras contidas na nossa matéria. Se possível, leia em http://www.condominiodofuturo.com/2013/02/08/planejamento-administrativo-e-contabil/.

      De qualquer sorte, não sei se é o que a Sra. deseja, mas oriento suas filhas, mesmo na condição de locatárias, a envidarem esforços para que despertem nos condôminos em geral, destacadamente os proprietários, a fim de que pensem com carinho na possibilidade de procederem a uma muito bem planejada individualização de água (e gás, se houver), posto que as insatisfações e injustiças certamente diminuirão e somente aqueles minoritários que consomem além da maioria é que provavelmente irão se opor à ideia.

      Espero ter contribuído de alguma forma para com o seu “problema” e aguardamos receber notícias acerca do andamento que certamente há de encontrar uma solução justa para o caso em questão.

      Atenciosamente,

      Fittipaldi.

  22. Boa tarde, gostaria de tirar uma dúvida. Minha filha mora em um apartamento cujo no boleto do condomínio vem discriminado e somado ao valor total a quantia referente a conta de água. O proprietário do imóvel cobra dela o valor do condomínio maior do que o que está no boleto e ainda cobra separadamente o valor da água. Isto está certo?? E os direitos do consumidor??

    Obrigado.

    • Boa tarde, Sr. Rodrigues!

      Num primeiro momento, pelo seu relato, NÃO. Verifique o contrato da sua filha, mas o valor da locação deve ser específico e as obrigações contratuais igualmente devem ser especificadas.

      Ela deve pagar o que consta do contrato e tão somente as contas ORDINÁRIAS. As extraordinárias são de responsabilidade do proprietário, mas não vamos adentrar nesse assunto, pois não faz parte da sua pergunta.

      Sua filha deve pagar, em resumo, o valor da locação (x), mais o valor da água (y), isso se faz parte do contrato, mais o valor do IPTU (z), se também consta do contrato, mas JAMAIS qualquer quantia que perfaça valor superior à soma de “x” + “y” + “z”. Qualquer valor pago a maior é passível de ressarcimento. A relação entre sua filha e o senhorio do imóvel não é de “consumo” (num primeiro momento), mas está dentro da Lei do Inquilinato (Lei 8.245/1990) e também é regida pelo Código Civil Brasileiro.

      Pegue toda a documentação (comprovantes) e refaçam as contas. Provavelmente haverá valores a serem devolvidos e, doravante, antes de pagar sente com o senhorio e explique a situação. Se não for por “bem”, parta para uma notificação extrajudicial para dar início ao “breque” que a situação merece e precisa. E… mantenha-nos informados.

      Atenciosamente,

      Fittipaldi.

  23. Boa tarde senhores.
    Gostaria de me tirassem a seguinte duvida.
    Sou morador de Brasília e moro em um condomínio que enfrenta alguns problemas.
    O primeiro deles é o fato de faltar agua por cortes efetuados por falta de pagamento. Sou um condômino que paga as contas de condomínio sempre em dia e acho injusto ficar sem água pela inadimplência de outros moradores.
    O meu prédio já tem todo o sistema individual instalado, mas por causa dos inadimplentes, não podemos individualizar. (isso foi o que o sindico nos informou) Primeiro precisa o Prédio quitar as dividas com a empresa fornecedora de água.
    A pergunta que eu faço é a seguinte. Teria como individualizar apenas o meu apartamento, eu apresentando um nada consta de condomínio por exemplo? Estou achando que isto nunca vai se resolver por aqui. Os moradores que não possuem interesse nunca pagam a taxa de condomínio.

    • Boa noite, Sr. Fernando!

      Agradeço sua participação. Tenho limitações para responder, sendo que as mesmas constam em http://www.condominiodofuturo.com/creditos/. Somente poderia fazer de forma completa por consultoria (http://www.condominiodofuturo.com/consultoria/), mas vou, muito limitadamente, responder o que possível, não obstante não seja a forma completa pelas razões acima.

      Primeiramente, quanto à inadimplência, seu representante condominial (síndico/síndica) tem a obrigação de proceder às cobranças devidas de TODAS as unidades devedoras, sem “dó” e nem “piedade”, pois é obrigação do condômino honrar suas obrigações junto aos interesses e necessidades coletivas. Esse é um dos primeiros passos. Existem muitos outros, mas não posso ir além.

      Por segundo, não há como o Sr. individualizar “sozinho”, pois não tenho conhecimento de um só caso prático nesse sentido e, para mudar ou adaptar o sistema de individualização (medição etc.), há a necessidade de convocação assemblear regular, quórum para aprovação, estudos por profissionais, projeto, aprovação do projeto etc. Repito, não posso ir além.

      Há sim como “acabar” ou, quando pouco, minimizar os problemas do seu condomínio, pois não são somente seus. Muitos outros devem sofrer com isso. Entretanto, as ferramentas e meios eu somente poderia fornecer mediante CONSULTORIA e dados maiores a serem trocados.

      Atenciosamente,

      Fittipaldi.

  24. Fittipaldi, bom dia, sou sindica de um condominio e individualizamos o gás e a água. Somos em 140 aptos. Em setembro iremos cobrar o real de cada morador. O que ocorre é que muitos moradores estão gastando em abuso total, sendo que a diferença de um apto para outro é absurda. Minha pergunta é a seguinte, estou com medo de enfrentar os moradores pois muitos vão surtar. Decidi então que iria juntamente com a empresa individualizadora visitar os aptos e demostrar como funciona o sistema via radio e ao mesmo tempo fazer eles conferirem que o sistema está correto com o medidor e hidrometro. Como eu devo proceder, afinal a culpa sempre é do sindico ou da empresa e que estamos subfaturando!?

    Aguardo seu auxilio.

    • Boa tarde, Sra. Regiane!

      Entendo sua preocupação. Contudo penso um pouco diferente, muito embora sua forma de pensar e programar sejam elogiavelmente cautelosas.

      Eu, isso enfatizando a primeira pessoa do singular (EU), faria uma convocação do tipo assembleia, mas em forma de PALESTRA, prepararia todo o material (a empresa responsável pela individualização) e apresentaria de forma coletiva.

      Ainda que demorasse 2 ou 3 horas, seria de forma coletiva, num dia e horário que “todos” pudessem participal, tal como num sábado a tarde ou outro dia e horário a serem analisados.

      O que posso sugerir é isso. Particularmente nós damos palestras sobre vários temos, inclusive sobre esse em particular que a Sra. faz referência, mas sequer devo oferecer esse “serviço” ao seu condomínio, posto que já existe a empresa que fez a individualização e acredito ser melhor ela mesma preparar todo o material ilustrativo e prático de explicação coletiva, afora que o nosso pessoal faria a palestra de maneira profissional (não gratuitamente).

      De qualquer sorte, fica a dica, a qual quero crer seja de alguma utilidade. E a “culpa” não é sempre do síndico ou de quem quer que seja a “empresa”, pois deve ter havido aprovação para a individualização, sendo que tal aprovação deve ter ocorrido em assembleia legítima, a qual certamente também deve ter atendido aos ditames legais, de edital de convocação, convenção, quórum etc. Assim, não tenha esse “receio” todo. Siga no que deve ser feito e faça com firmeza. Afinal, é para o bem coletivo e quem gasta muito ou demais, deverá ter maior controle sobre os supostos excessos ou pagar mais caro por isso, afora a consciência acerca da sustentabilidade (o planeta agradece).

      Agradeço sua participação.

      Atenciosamente,

      Fittipaldi.

  25. Temos uma casa em um condomínio no litoral de São Paulo, neste condomínio há um total de 11 sobrados. Existe lá um reservatório de água de 20 mil litros, na minha casa a caixa de água é a menor de todas, 250 litros e em pouco tempo a água acaba, este tem sido o motivo de varias desavenças e discussões entre nós e a administradora pois toda vez que pedimos para que ela ligue a bomba de água ela se nega. Notamos também que a nossa casa é a unica que fica sem água quando a administradora esta presente. Queremos ter o direito de ter o nosso próprio relógio de água, não aguentamos mais tanto transtorno estamos até pensando em vender a casa se não conseguirmos o direito de ter o relógio de água individual e o nosso sonho de ter um lazer e sossego depois de tantos anos de trabalho vai por água a baixo. Por favor, nos ajude o que devemos fazer?

    • Bom dia, Sra. Renata!

      Sua(s) questão(ões), que parecem ser 2 (duas e vieram repetidas), que não são simples comentários, pode(m) ser respondida(s).

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição, inclusive para eventual palestra a respeito e com possível comparecimento de representante de empresa idônea que faz individualizações também.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  26. Como consigo dentro das formas legais perante o tribunal de justiça o direito de ter o relógio de água individual em minha casa em um condomínio com onze sobrados.Acredito eu que terei que entrar com um pedido judicial pois o dialogo com a administradora do condomínio é muito difícil por se tratar de uma pessoa muito arbitrária . como devo proceder. Aguardo resposta.

    • Bom dia!

      Sua(s) questão(ões), que não são simples comentários, pode(m) ser respondida(s).

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  27. Temos uma casa em um condomínio no litoral de São Paulo, neste condomínio há um total de 11 sobrados. Existe lá um reservatório de água de 20 mil litros, na minha casa a caixa de água é a menor de todas e em pouco tempo a água acaba, este tem sido o motivo de varias desavenças e discussões entre nós e a administradora pois toda vez que pedimos para que ela ligue a bomba de água ela se nega. Notamos também que a nossa casa é a unica que fica sem água quando a administradora esta presente. Queremos ter o direito de ter o nosso próprio relógio de água, não agüentamos mais tanto transtorno estamos até pensando em vender a casa se não conseguirmos o direito de ter o relógio de água individual e o nosso sonho de ter um lazer e sossego depois de tantos anos de trabalho vai por água a baixo. Por favor, nos ajude o que devemos fazer?

    • Bom dia!

      Sua(s) questão(ões), que não são simples comentários, pode(m) ser respondida(s).

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  28. Boa noite, compramos uma casa no litoral de São Paulo há dois anos e sinceramente falando até hoje não sei se esta casa registrada ou licenciada como condomínio, pois neste terreno contem onze sobrados sendo que a administradora é dona de 07 sobrados e por este motivo ela resolva tudo decide tudo sozinha, nunca fez nenhuma reunião de assembleia não tem um sindico e ela própria se em titulou como administradora e nunca nos passou nenhum comprovante de quitação de débitos de IPTU. O que devo fazer para me informar sobre estes assuntos

    • Bom dia!

      Sua(s) questão(ões), que não são simples comentários, pode(m) ser respondida(s).

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  29. Gostaria de fazer uma pergunta, o Edificio é novo e todos os apartamentos tem hidrometros individuais, tem apenas 50% de moradores, restante fechados, é licito cobrar dos apartamentos fechados a Taxa minima da cobrança de agua da empresa fornecedora, no caso da minha cidade é de 15,00, pra que então hidrometro? se ainda assim pagamos um valor minimo, ou o condominio está cobrando de forma irregular? agradeço a atenção, e aguardo a resposta.

    • Boa tarde, Sr. Adriano!

      Sua(s) questão(ões), que não é(são) simples comentário(s), pode(m) ser respondida(s). Temos, inclusive, matéria publicada aqui no Blog que possivelmente responde sua questão.

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      De bom alvitre lembrar que, na maioria das vezes (para não dizer todas), o estudo de documentos, tais como convenção, regimento, certidões de propriedade, contratos gerais, incluídos por vezes os de promessa de compra e venta etc., são indispensáveis ao estudo para uma análise e resposta mais precisa, o que significa, no exato sentido, uma consultoria ou até parecer.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

  30. Gostaria de saber qual a melhor solução para se ratear o gás de nosso condomínio, de forma justa para todos, já que o sistema atual não mede o gás da cozinha. Mede-se o gas utilizado pelo consumo do chuveiro, da torneira de água quente do banheiro e da cozinha. Será que seria viável instalarmos um medidor para conseguirmos medir o gás do fogão, já que o mesmo soma-se no montante geral? Este investimento valeria apena em relação a % que reduziria do consumo total da conta??

    • Boa tarde, Sra. Katia.

      RESPOSTA PADRÃO:

      Sua(s) questão(ões), que não é(são) simples comentário(s), pode(m) ser respondida(s).

      Contudo, por regras impostas ao Blog e conforme consta em http://condominiodofuturo.com/creditos/, não podemos prestar qualquer informação que tenha ou assuma o caráter consultivo.

      De bom alvitre lembrar que, na maioria das vezes (para não dizer todas), o estudo de documentos, tais como convenção, regimento, atas, certidões de propriedade, contratos gerais, incluídos por vezes os de promessa de compra e venta etc., são indispensáveis ao estudo para uma análise e resposta mais precisa, o que significa, no exato sentido, uma consultoria ou até parecer.

      Por favor, caso deseje obter nossa CONSULTORIA (contratada), favor acessar http://condominiodofuturo.com/consultoria/ e seguir os procedimentos autorizados.

      Muito agradeço a compreensão e a participação. Caso sejamos procuramos por intermédio dos meios que nos são permitidos atuar, estaremos à disposição.

      Atenciosamente,

      Clódson Fittipaldi.

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